O Esforço Correto


monge árvore

“Ao acordar hoje de manhã eu sorri:

Vinte e quatro horas, novinhas em folha, ao meu dispor.

Tenho a firme intenção de viver plenamente cada momento de meu dia,

e olhar para todos os seres com os olhos da compaixão.”

 

*Trecho extraído do livro A Essência dos Ensinamentos de Buda, de Thich Nhat Hanh.

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A Fala Correta

tchi nhat hanh

Trecho extraído do livro “A Essência dos Ensinamentos de Buda”, do monge vietnamita Thich Nhat Hanh.

“Como tenho plena consciência de todo o sofrimento que pode ser causado por palavras descuidadas e pela incapacidade de ouvir o que está sendo dito, fiz o voto de cultivar a fala amorosa e a capacidade de ouvir com atenção, para poder ser um veículo de alegria que traga alívio para a dor das pessoas. Sabendo que as palavras podem gerar tanto felicidade quanto dor, estou determinado a dizer sempre a verdade, e a usar as palavras que valorizem a pessoa e que inspirem alegria e esperança. Não espalharei nenhuma notícia que não tenha certeza de ser verdadeira, e não criticarei nem condenarei aquilo que não conheço bem. Evitarei usar palavras que causem divisão ou discórdia, ou que contribuam para a separação da família ou da comunidade. Tenho a firme intenção de fazer o melhor que puder para reconciliar e resolver os conflitos, mesmo aqueles que sejam considerados pequenos.”

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O Poder da Paz

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O texto a seguir foi escrito por S. Ema. Chagdud Tulku Rinpoche e foi extraído do site Chagdud Gonpa Brasil.

via Sobre Budismo

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É meu desejo que o poder espiritual da paz toque cada pessoa na Terra, irradiando de uma paz profunda em nossa mente, atravessando as fronteiras políticas e religiosas, e indo além das fronteiras do ego e da convicção de sermos os donos da verdade. Nossa primeira tarefa como pacifistas é remover os conflitos internos causados pela ignorância, raiva, apego, inveja e orgulho. Com a orientação de um professor espiritual, esta purificação de nossas mentes pode nos ensinar a própria essência de promover a paz. Nós deveríamos buscar uma paz interior tão pura e estável, que seria impossível sermos levados pela raiva diante daqueles que lucram e vivem com a guerra, ou pelo autocentrismo e medo daqueles que nos confrontam com desprezo e ódio.

Uma paciência extraordinária é necessária para que trabalhemos pela paz mundial, e a fonte dessa paciência é a paz interior. Esta paz nos permite ver claramente que a guerra e o sofrimento são os reflexos externos dos venenos da mente. A diferença essencial entre os pacifistas e aqueles que promovem a guerra é que os primeiros têm disciplina e controle sobre a raiva egoísta, o apego, a inveja e o orgulho, ao passo que os outros, devido à ignorância, fazem com que esses venenos se manifestem no mundo. Se você realmente entender isto, nunca se permitirá ser derrotado interna ou externamente.

No Budismo Tibetano, o pavão é o símbolo do bodisatva, o guerreiro desperto que trabalha pela iluminação de todos os seres. É dito que o pavão se alimenta de plantas venenosas, mas transforma o veneno nas cores magníficas de suas penas, sem se intoxicar. Da mesma forma, nós, que defendemos a paz mundial, não podemos nos envenenar com a raiva. Considere com equanimidade os homens poderosos que controlam as máquinas de guerra. Faça o que puder para convencê-los da necessidade da paz, mas esteja constantemente atento ao seu estado mental. Se você ficar com raiva, recue. Se você for capaz de agir sem raiva, talvez seja capaz de transpassar a delusão terrível que perpetua a guerra e seu sofrimento infernal.

Do espaço claro da paz interior, sua compaixão deve se expandir para incluir todos os que estejam envolvidos na guerra; tanto os soldados, cuja intenção é beneficiar, mas que, ao invés disso, causam sofrimento e morte – sendo assim pegos pelo terrível carma de matar – quanto os civis que são feridos, mortos ou forçados a se exilar como refugiados. A verdadeira compaixão brota diante de qualquer tipo de sofrimento, vivido por cada ser, e não é ligada ao certo ou errado, ao apego ou à aversão.

O trabalho pela paz é um caminho espiritual em si mesmo, um meio de desenvolver as qualidades perfeitas da mente e testá-las em situações de necessidade urgente, sofrimento extremo e morte. Não tenha receio de dar-lhe seu tempo, energia e apoio.

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Felicidade

Felicidade

Fonte: http://outrosquadrinhos.com.br/hq/lapis-zen/buda-menos-e-mais/

URL da página original:
http://zenpencils.com/comic/69-buddha-less-is-more/

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Estudar o caminho de Buda

Dou início a este diário eletrônico com um pensamento do mestre Dogen.

“Estudar o Caminho de Buda é estudar a si mesmo. Estudar a si mesmo é esquecer-se de si mesmo. Esquecer-se de si mesmo é ser iluminado por tudo que existe. Transcender corpo e mente seu e dos outros. Nenhum traço de iluminação permanece e a Iluminação é colocada à disposição de todos os seres.” (Mestre Zen Eihei Dogen – 1200-1253)

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